Veículo de comunicação interna para líderes

7 jul

Um líder precisa saber ouvir e comunicar seus funcionários para um melhor entedimento e relacionamento com seu público interno.

Ele é o principal exemplo e referência para sua equipe, e por isso, tem o importante papel de disseminar as informações.

Diante disso, é fundamental que os líderes tenham um veículo de comunicação exclusivo e especial para eles, pois é necessário que eles saibam bem sobre tudo o que devem comunicar aos seus funcionários, além de serem os primeiros a terem as informações que serão divulgadas.

Assim, a área de comunicação interna da organização deve desenvolver um veículo destinado a gestores, gerentes, supervisores, presidentes, líderes de opinião em geral que sejam formadores e influenciadores dela.

Desse modo, a informação chega melhor e mais completa, clara e objetiva, não deixando nenhuma margem  para que haja ruídos ou falhas na comunicação entre líderes e funcionários.

Por Ana Carolina Pampolha

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Estilos de Comunicação

20 jun

As pessoas se comunicam a todo tempo e de formas distintas. Elas se diferem na maneira de comunicar, no modo que se vêem e que são vistas.

Podemos dividir a comunicação em três estilos diferentes: agressiva, passiva e assertiva.

A comunicação agressiva existe quando o comunicador se sente superior aos outros, não ouve os demais por achar que ninguém tem nada interessante a contribuir e acha que suas idéias são sempre as melhores. Ele possui atitudes agressivas, levando à falta de integração com seus “subordinados”. Esse tipo de comunicação tende a ter mais sucesso em situações de crise, pois necessita maior imposição por parte do líder.

Já comunicação passiva acontece quando o comunicador se sente inferior aos outros e tenta evitar quaisquer tipos de conflito, concordando, às vezes, com diferentes partes numa discussão. Geralmente, possuem baixa autoestima e tendem a reclamar mais do que encontrar soluções. Esse tipo de comunicador pode ser muito eficaz como seguidor.

Como o próprio nome diz, a comunicação assertiva pode ser considerada a mais eficaz. Trata-se de saber dosar. Ouvir e ser ouvido. Respeitar e ser respeitado. É o comunicador decidido e confiante que negocia de forma realista buscando sempre, de forma honesta, a melhor alternativa para solucionar as questões do dia a dia.

Em qual dos estilos de comunicação encontramos líderes?

Como dissemos em diversos posts anteriores, o bom líder é aquele carismático, que não é apenas gestor, mas líder de opinião, de fato. Ele possui seguidores, suas ações impactam o público interno e , principalmente, sabe ouvir e aproveitar o que todos têm de melhor a oferecer.

Assim, podemos dizer que para que seja chamado de líder, o comunicador tem que agir de acordo com a comunicação assertiva. E não basta ajustar-se à ela, tem que possuir um pouco das qualidades básicas da liderança em sua personalidade.

Por Amanda Bueno.

Motivação e Liderança

10 jun

O líder, dentro de uma organização, tem diversas funções e uma delas é motivar, incentivar e apoiar os seus funcionários.

Valorizar e reconhecer o trabalho de cada um deles possibilita uma boa comunicação e um ótimo relacionamento deles com a liderança. Desta forma, o funcionário se sente integrante fundamental da organização.

Mostrar para eles que são parte importante e necessária para a organização existir e acontecer. Isso permite que eles trabalhem até mais engajados e produzam mais e melhor.

O líder precisa ter certa sensibilidade para trabalhar os atributos e qualidades, de cada um dos seus funcionários, a serem destacados.

Tudo isso porque é o público interno quem faz os negócios de uma organização terem excelência e prosperarem. Portanto, é papel do líder identificar os pontos positivos dos seus funcionários e ressaltar que eles têm capacidade e potencial de fazer sempre mais.

E, consquentemente, isso mexe no ego e aumenta a autoestima do funcionário, que se sente valorizado e especial para a organização.

Por Ana Carolina Pampolha

Lições de liderança nos desenhos animados

1 jun

Desde a infância, somos expostos a situações que nos permitem desenvolver um senso de julgamento de caráter e personalidade, por meio de várias atividades do cotidiano. Atenhamo-nos, por hora, ao universo dos desenhos infantis.

Na maioria das vezes, nem sequer percebemos, mas, ainda crianças, conseguimos definir quem são os herois, os vilões, quem são os personagens mais cômicos, os mais sérios… Tais posturas vão se tornando mais evidentes conforme aumenta nossa percepção sobre elas, o que muito pode nos ensinar

Fazendo referência a comportamentos de liderança, esse tipo de mídia tem muitos cases a oferecer. Tomemos por exemplo a animação “Monstros S.A.”. No filme, a empresa homônima é a maior fábrica da cidade na área de energia, que é gerada a partir de sustos que os monstros, habitantes de Monstrópolis, dão em criancinhas. Essas são consideradas tóxicas pelos monstros e o contato com elas seria catastrófico para seu mundo. Porém, ao visitar o mundo dos humanos a trabalho, Sulley, reconhecidamente o mais competente e assustador profissional da companhia, junto com seu amigo e assistente Mike, conhece a garota Boo, e descobre que a toxidade das crianças era apenas um mito. A garota acaba, acidentalmente, indo parar no mundo dos monstros e, ao ser descoberta, isso provoca a expulsão de Sulley e de Mike para o mundo real. Porém, durante a convivência com Boo, Sulley descobre que o riso das crianças gera muito mais energia do que os gritos de medo e a empresa passa por uma reformulação em seus princípios. Os monstros passam, então, a divertir as crianças ao invés de assustá-las. A produtividade e o desempenho na fábrica melhoram visivemente e o ambiente torna-se muito mais divertido.

Existe uma razão para esse final feliz: Sulley era um líder nato. Diante da crise, agiu de acordo com competências que são requisitadas em um perfil de liderança e contornou a situação.  Foram ações muitas vezes nem tão óbvias, mas fundamentais. O monstro precisou remar contra a maré, trazer ideias inovadoras, enxergar o universo de possibilidades ao seu redor, superar os desafios e ser destemido. Sulley reconquistou a admiração que sempre recebeu de seus colegas pela sua posição de destaque e suas atitudes. Todos puderam contar com ele para solucionar um problema que atingia toda a cidade, que era necessidade de aumento na quantidade de energia produzida.

É um enredo simples, mas que demonstra o quanto uma postura de liderança pode ser importante. E o quão pretensiosos seríamos se ignorássemos uma mensagem com tantos valores embutidos só por ela ser dirigida a um público mais jovem e mais baixo que nós?

Por Patrícia Coelho

Fontes: www.cinematotal.com

Entendendo a essência das pessoas

28 maio

Um ponto importante que muitas vezes esquecemos de tratar no processo de formação de líderes é que eles lidam com pessoas, e as pessoas não são iguais; elas têm diferentes necessidades, gostos, opiniões, modo de se expressarem e não pensam somente sob princípios racionais, mas também emocionais.

Para que a liderança consiga atingir seus objetivos devemos levar em consideração que para que as pessoas ajam do modo previsto, elas têm de estar engajadas. Mas como engajar pessoas com características diferentes?

Rudolph Giuliani, político americano, disse em uma de suas palestras que o líder deve comunicar diretamente, pois “atinge a mente e o coração das pessoas, realizando comunicações emocionais. Ele é um professor e um motivador e sabe conversar com as pessoas.”

Quando o líder “fala” com as pessoas particular e diretamente as pessoas se sentem mais ouvidas e mais importantes nos processos da organização, e tendem a trabalhar em prol do objetivo estabelecido.

Por Amanda Bueno.

Natura: gestão baseada em liderança

26 maio

Em 2008 a Natura implantou um sistema de gestão baseado em 3 pilares: processos, cultura e LIDERANÇA. Coube à essa mudança, também, um Programa de Formação de Líderes, que seria iniciado em 2009.

“O foco principal da mudança foi tornar a empresa mais leve, ágil e eficiente na tomada de decisões, com menos níveis hierárquicos, mais próxima dos consumidores e do mercado. Mobilizamos e engajamos a organização como um todo para alavancar esse processo.”  (Disponivel em http://www2.natura.net/. Acesso em 20/05/2011)

A Natura acredita que a formação de lideranças ajuda a alavancar os negócios e prepara seus colaboradores para, cada vez mais, ocuparem cargos estratégicos dentro da Organização.

26 colaboradores participaram do Programa que trazia 3 módulos conceituais básicos: Cultura (Jeito Natura de Ser), Inovação, Inspira e Realiza. Além de atividades teóricas e práticas, eles também atuaram como consultores sociais de comunidades próximas, com o objetivo de aproximar a organização à elas e fortalecer a visão de sustentabilidade dos líderes.

Esperava-se que o líderes vivenciassem a Essência Natura na pratica, exercitassem a liderança como agentes de transformação social e inovassem.

Com a nova gestão, a Natura entrou para o ranking da Fortune, revista americana, na lista das 20 empresas principais em formação de líderes no mundo, em 16ª lugar.

“Não adiante a liderança ser apenas ética; ela tem que ser eficaz. Não quero um líder que seja bom em cima de pessoas fracas – o desafio é ter pessoas éticas e capacitadas, e é este profissional que quero trabalhando comigo!”, disse Guilherme Peirão Leal, Fundador e co-presidente do Conselho de Administração da Natura Cosméticos, em seminário internacional em 2005.

As organizações têm que, não apenas formar líderes, mas alinhar o seu planejamento com a cultura da organização, transparência e ética, sem perder o foco do objetivo. Com todos os pontos alinhados o sucesso da ação será mais acertivo, assim como pudemos acompanhar no caso da Natura.

Por Amanda Bueno

Espelho do líder – Promovendo mudança de atitude na organização

24 maio

Todas as empresas desejam alcançar o patamar no qual todos os seus funcionários atuam de maneira alinhada aos seus valores, políticas e princípios organizacionais.

Tal posição, porém, exige um esforço árduo e constante da comunicação, para que, primeiramente, as atitudes desejadas nos colaboradores estejam expostas de maneira clara. Manter esse público sempre atualizado e fazê-lo sentir ouvido e parte importante desse processo também é fundamental.

Vem, então, a parte indiscutivelmente mais complicada: promover, de fato, a mudança de atitude.

Segundo John Kotter, professor da Harvard Business School, a principal razão pela qual as pessoas mudam seus hábitos e sua maneira de agir em uma organização está fortemente atrelada à consistência entre o que a liderança fala e faz, em porcentagem consideravelmente superior aos efeitos causados pela consistência dos processos e os veículos de comunicação interna.

Ou seja, quando o líder passa uma orientação e ele mesmo a cumpre, isso gera resultados efetivos muito mais intensos do que aqueles gerados por outros esforços da comunicação interna. Quando uma figura de liderança atua de acordo com a cultura organizacional, as pessoas ao seu redor também o fazem.

Não adianta o líder passar uma informação, se ele próprio agir de forma contrária, pois as palavras perdem seu valor e assim o trabalho não é concluído.

Nesse ponto, nos deparamos com outro eventual problema, um que pode ser bem grave. E se o líder não colabora? Pode acontecer. Seja por não achar o processo válido, seja por não entender o seu papel. Pode ser que ele não esteja disposto a participar. E é aí que devemos nos atentar à comunicação focada no público líder, para alertá-los e conscientizá-los da importância que detém nesse cenário. Esse é o nosso papel, mostrar aos líderes o quanto a ajuda e colaboração deles é fundamental para o bom resultado e para a mudança de atitude, na qual os colaboradores possam tomá-lo como exemplo.

Por Patrícia Coelho

Fonte: RH Portal – Artigo: Liderança e Motivação – E.P. Oliveira