Arquivo | junho, 2011

Estilos de Comunicação

20 jun

As pessoas se comunicam a todo tempo e de formas distintas. Elas se diferem na maneira de comunicar, no modo que se vêem e que são vistas.

Podemos dividir a comunicação em três estilos diferentes: agressiva, passiva e assertiva.

A comunicação agressiva existe quando o comunicador se sente superior aos outros, não ouve os demais por achar que ninguém tem nada interessante a contribuir e acha que suas idéias são sempre as melhores. Ele possui atitudes agressivas, levando à falta de integração com seus “subordinados”. Esse tipo de comunicação tende a ter mais sucesso em situações de crise, pois necessita maior imposição por parte do líder.

Já comunicação passiva acontece quando o comunicador se sente inferior aos outros e tenta evitar quaisquer tipos de conflito, concordando, às vezes, com diferentes partes numa discussão. Geralmente, possuem baixa autoestima e tendem a reclamar mais do que encontrar soluções. Esse tipo de comunicador pode ser muito eficaz como seguidor.

Como o próprio nome diz, a comunicação assertiva pode ser considerada a mais eficaz. Trata-se de saber dosar. Ouvir e ser ouvido. Respeitar e ser respeitado. É o comunicador decidido e confiante que negocia de forma realista buscando sempre, de forma honesta, a melhor alternativa para solucionar as questões do dia a dia.

Em qual dos estilos de comunicação encontramos líderes?

Como dissemos em diversos posts anteriores, o bom líder é aquele carismático, que não é apenas gestor, mas líder de opinião, de fato. Ele possui seguidores, suas ações impactam o público interno e , principalmente, sabe ouvir e aproveitar o que todos têm de melhor a oferecer.

Assim, podemos dizer que para que seja chamado de líder, o comunicador tem que agir de acordo com a comunicação assertiva. E não basta ajustar-se à ela, tem que possuir um pouco das qualidades básicas da liderança em sua personalidade.

Por Amanda Bueno.

Motivação e Liderança

10 jun

O líder, dentro de uma organização, tem diversas funções e uma delas é motivar, incentivar e apoiar os seus funcionários.

Valorizar e reconhecer o trabalho de cada um deles possibilita uma boa comunicação e um ótimo relacionamento deles com a liderança. Desta forma, o funcionário se sente integrante fundamental da organização.

Mostrar para eles que são parte importante e necessária para a organização existir e acontecer. Isso permite que eles trabalhem até mais engajados e produzam mais e melhor.

O líder precisa ter certa sensibilidade para trabalhar os atributos e qualidades, de cada um dos seus funcionários, a serem destacados.

Tudo isso porque é o público interno quem faz os negócios de uma organização terem excelência e prosperarem. Portanto, é papel do líder identificar os pontos positivos dos seus funcionários e ressaltar que eles têm capacidade e potencial de fazer sempre mais.

E, consquentemente, isso mexe no ego e aumenta a autoestima do funcionário, que se sente valorizado e especial para a organização.

Por Ana Carolina Pampolha

Lições de liderança nos desenhos animados

1 jun

Desde a infância, somos expostos a situações que nos permitem desenvolver um senso de julgamento de caráter e personalidade, por meio de várias atividades do cotidiano. Atenhamo-nos, por hora, ao universo dos desenhos infantis.

Na maioria das vezes, nem sequer percebemos, mas, ainda crianças, conseguimos definir quem são os herois, os vilões, quem são os personagens mais cômicos, os mais sérios… Tais posturas vão se tornando mais evidentes conforme aumenta nossa percepção sobre elas, o que muito pode nos ensinar

Fazendo referência a comportamentos de liderança, esse tipo de mídia tem muitos cases a oferecer. Tomemos por exemplo a animação “Monstros S.A.”. No filme, a empresa homônima é a maior fábrica da cidade na área de energia, que é gerada a partir de sustos que os monstros, habitantes de Monstrópolis, dão em criancinhas. Essas são consideradas tóxicas pelos monstros e o contato com elas seria catastrófico para seu mundo. Porém, ao visitar o mundo dos humanos a trabalho, Sulley, reconhecidamente o mais competente e assustador profissional da companhia, junto com seu amigo e assistente Mike, conhece a garota Boo, e descobre que a toxidade das crianças era apenas um mito. A garota acaba, acidentalmente, indo parar no mundo dos monstros e, ao ser descoberta, isso provoca a expulsão de Sulley e de Mike para o mundo real. Porém, durante a convivência com Boo, Sulley descobre que o riso das crianças gera muito mais energia do que os gritos de medo e a empresa passa por uma reformulação em seus princípios. Os monstros passam, então, a divertir as crianças ao invés de assustá-las. A produtividade e o desempenho na fábrica melhoram visivemente e o ambiente torna-se muito mais divertido.

Existe uma razão para esse final feliz: Sulley era um líder nato. Diante da crise, agiu de acordo com competências que são requisitadas em um perfil de liderança e contornou a situação.  Foram ações muitas vezes nem tão óbvias, mas fundamentais. O monstro precisou remar contra a maré, trazer ideias inovadoras, enxergar o universo de possibilidades ao seu redor, superar os desafios e ser destemido. Sulley reconquistou a admiração que sempre recebeu de seus colegas pela sua posição de destaque e suas atitudes. Todos puderam contar com ele para solucionar um problema que atingia toda a cidade, que era necessidade de aumento na quantidade de energia produzida.

É um enredo simples, mas que demonstra o quanto uma postura de liderança pode ser importante. E o quão pretensiosos seríamos se ignorássemos uma mensagem com tantos valores embutidos só por ela ser dirigida a um público mais jovem e mais baixo que nós?

Por Patrícia Coelho

Fontes: www.cinematotal.com