O futuro da organização está nas mãos de seu líder

13 set

O líder tem grandes responsabilidades sobre o futuro da organização em que está à frente. Isso se dá por ser ele quem dá as cartas do jogo, toma importantes decisões e que tem as rédeas para conduzir os negócios.

No mundo dinâmico e mutável dos dias atuais, o líder precisa olhar lá na frente e ter visão de futuro, a fim de antever o que pode vir pela frente. Só assim, ele pode se preparar, e também a todos os seus funcionários, sobre que medidas e providências tomar diante dos acontecimentos eventuais e futuros.

É preciso que o líder esteja preparado para lidar com os próximos capítulos da história ainda incerta de sua organização. Isso garante não só o sucesso da gestão, como também da própria identidade, imagem e reputação organizacionais.

Por isso, ele não deve se preocupar somente com os acontecimentos em curto prazo, mas em longo prazo também. E isso tudo mantendo o foco nos resultados e objetivos a serem alcançados.

A confiança que o público interno deposita em seu líder gera a confiança dele próprio em acreditar no futuro,  passando esse ânimo e entusiasmo a todos os demais e exigindo sempre mais e melhor de cada um deles.

Se o líder acredita na melhoria e no sucesso futuro, sua equipe também vai acreditar, pois ele defende os mais difíceis desafios a serem superados, gerando uma significativa credibilidade dentro da organização.

Porém, o futuro que o líder vê e em que acredita não deve ser qualquer um. Deve ser consistente e coerente com os propósitos, princípios e crenças da organização, e não só com base nos próprios interesses. Assim buscando não só o melhor para a organização, mas também para seus funcionários, pois eles se sentem motivados e engajados na busca de alcançar as metas nas quais acreditam.

É essa a diferença entre um líder e apenas um chefe ou festor. É a visão do futuro bem estabelecida por aquele que lidera toda uma organização, com uma visão estratégica que é fundamental para garantir o sucesso e desenvolvimento da organização.

E, por fim, é necessário que o líder já prepare e instrua alguém em quem aposte suas fichas e acredita ser um bom seguidor de seus passos para ser o seu sucessor futuramente. É importante que o líder tenha alguém treinado e orientado para sucedê-lo, quando precisar. Esse é o verdadeiro líder, que se preocupa e se planeja para o futuro, sabendo que ele está em suas mãos.

Por Ana Carolina Pampolha

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A importância do feedback

12 set
O Feedback é uma das muitas poderosas ferramentas que um líder pode ter, para extrair o máximo de resultados para a organização. Diversos lideres desconhecem ou preferem não desenvolver em suas equipes esse método de troca de informações, capaz de melhorar a comunicação entre todos da organização. Cabe aqui salientar que não adianta ter um ótimo planejamento se não existe um canal aberto entre as partes, afim de corrigir as falhas do contato entre as pessoas em um ambiente de trabalho.

Algumas vantagens de ter um canal como esse na equipe:

  1. Após o planejamento, o líder vai verificando, de tempos em tempos, os resultados. Nesse momento, é muito importante fazer a equipe participar e corrigir os percursos, para que a meta seja atingida no final;
  2. Utilizar a ferramenta para, olho no olho, criticar e elogiar os colaboradores, criando um clima de respeito e sinceridade entre todos os componentes;
  3. Utilizar a ferramenta para receber critica e poder melhorar a sua liderança, ou discutir os pontos de vistas de cada colaborador em referência as metodologias utilizadas pelo líder na parte operacional e motivacional;
  4. Utilizar a ferramenta para motivar os colaboradores e reconhecer os comprometidos.

Para elaborar um feedback que possa obter 100% de resultados, é necessário definir uma data padrão para as reuniões individuais, preparar um documento que contenha os criticas, opiniões, elogios e assuntos abordados.

Esse documento servirá de base nas próximas reuniões de feedback para a mensuração da evolução ou regressão em cada tópico.

Quanto mais sincero for o feedback, mais confiança e credibilidade será criada na relação com o subordinado, mesmo quando o feedback é negativo, até mesmo quando houver a necessidade de demitir o colaborador, pois esse não será surpreendido, já que as orientações vem sendo dadas há algum tempo. Seria muito mais tranqüilo se, a cada período, o colaborador recebesse um feedback informando dos seus pontos fracos e no dia da demissão o líder justificasse a saída devido a esses pontos que não foram corrigidos.

Bem, fica claro como é importante existir um canal entre os colaboradores e o líder, para buscar a melhoria continua do setor.
Nesse sentido o feedback é sem dúvidas uma poderosa ferramenta para a liderança e para os funcion’arios.

Por Patricia Coelho

 

O exemplo de ser um líder

27 ago

Dentro de uma empresa, o líder desempenha diversos  papéis, e um deles é ser exemplo para todos os funcionários. Sem nem perceber, eles se espelham no líder, por isso a importância daquele que lidera ter boas atitudes e comportamento perante seu público interno.

Se o líder fizer alguma ação que não seja bem-vinda, muito provavelmente o funcionário vai perceber e pode até repeti-la. A mesma coisa acontece quando ele faz algo de positivo, porém certamente o funcionário lembrará mais daquilo que for feito de negativo.

O líder é a referência dentro da empresa, então o que ele fizer, os seus funcionários poderão pensar: “se ele fez, eu também posso fazer”, e é por isso que é necessário tomar cuidado com a maneira como o líder se porta e age diante dos funcionários.

Além do exemplo, o líder tem de passar confiança e credibilidade, pois é ele quem sabe realmente tudo o que acontece na empresa, até mesmo nos bastidores. Se algo estiver errado, ele é o responsável por comunicar, de modo transparente, a todos em primeira mão.

O líder é o comandante, portanto quanto mais estiver atento e se policiar sobre seus atos, melhor vai ser o exemplo que ele vai dar para todo seu público interno.

Por Ana Carolina Pampolha

Pepsico: liderança baseada em valores

23 ago

“O líder deve criar espaços de sentido, ética, realização e excelência, de forma a construir caminhos que abram espaço para o novo” cita a matéria Liderança Baseada em Valores da Revista Interna JUNTOS da Pepsico.

A Pepsico busca muito mais do que pessoas com boas técnicas de gerência, mas líderes, no sentido mais real da palavra. A organização acredita que a liderança é muito mais do que atributos individuais, mas um caminho construído coletivamente que abre espaços para novas possibilidades.

Ela pode ser criada pela excelência de governança ou pela qualidade do pacto ético e gera vínculos baseados em forte percepção de justiça, sentido, entusiasmo e motivação para o trabalho.

Hoje em dia, a necessidade de trabalhar não é mais tão importante quando antigamente, por isso o engajamento de pessoas é crucial para o sucesso da organização e para criação de valor para todas as pessoas.

“O líder que age baseado em valores é aquele que enxerga outras possibilidades e cria espaços de sentido, ética, realização e excelência onde a maioria das pessoas só enxergam espaços para pressão por resultados e redução de custos” diz Marco Tulio Zanini, especialista em Gestão Estratégica de Pessoas e Gestão de Ativos Intangíveis e diretor da Symballein.

Mais importante do que basear-se em valores é estar alinhado aos valores e princípios da organização, sempre, para que os objetivos macro sejam alcançados mais facilmente.

 

Por Amanda Bueno.

Liderança e empreendedorismo

15 ago

Para ser um bom empreendedor, é preciso enxergar as oportunidades que estão ao redor, é importante ter criatividade e coragem para tomar riscos. Segundo Eike Batista, um dos maiores empreendedores brasileiros da atualidade e figura ilustre na lista dos homens mais ricos do mundo, é fundamental, ainda, analisar o negócio como um todo, abrangendo todas as suas características e colocar os planos em prática.

Mas as qualidades acima expostas soam familiares para designar outro perfil, além do empreendedor. Podemos perceber que há uma grande semelhança entre a silhueta do empreendedor e do líder.

Como já discutimos anteriormente no blog, ser líder é diferente de ser administrador ou gerente. Liderar é lidar com pessoas e administrar é lidar com recursos materiais e processos. Um gestor pode ser nomeado numa hierarquia e, não necessariamente, possuir as habilidades requisitadas para o exercício da função. Você pode ser um gerente e não conseguir ser o líder da equipe e pode ser o líder da equipe sem ser o chefe.

Um bom líder precisa das seguintes virtudes: competência (conhecimento, habilidades e atitude/ação), ética (integridade e honestidade), entusiasmo, empatia, autoconfiança, sensibilidade, humildade, imparcialidade, saúde, autoconhecimento, motivação e inteligência acima da média. É fundamental, também, que goste de se relacionar com pessoas, saiba ouvir e seja observador.

O empreendedor precisa atentar para o fato de que a presença de um líder é fundamental para o sucesso de qualquer negócio. O ideal é que, caso não seja um líder nato, procure desenvolver habilidades de liderança. É necessário que o líder seja alguém capaz de tirar um grupo de onde ele está e levá-lo aonde deveria estar. Assim, fará com que a equipe realize voluntariamente o que precisa ser feito, extraindo o melhor de cada colaborador e alcançando resultados positivos.

Alguns pequenos empresários podem cometer determinados erros na administração de seus negócios por conta da falta de liderança, como a dificuldade para perceber as habilidades de seus subordinados e, consequentemente, de motivá-los. O mais adequado para o sucesso de qualquer negócio é que as duas personas, o líder e o empreendedor, caminhem juntos, e então, as chances de erro são drasticamente minimizadas.

Por Patrícia Coelho

Você é um líder?

9 ago

Será que os líderes já nascem líderes? Ou qualquer pessoa pode simplesmente se tornar um? As atitudes típicas daqueles que exercem uma condição de liderança com excelência são inerentes à sua personalidade ou foram adquiridas com o decorrer do tempo?

O que alguns estudos do comportamento humano tem apresentado é que assim como outras características, a liderança pode ser alcançada (ou pelo menos os fatores que a compõe), com base em exercícios psicológicos. Demanda atenção, disciplina e, principalmente, habilidades de comunicação. É preciso entender a posição que se ocupa atualmente e o que quer alcançar no futuro, como é percebido na sociedade e no seu ciclo de convivência, tanto pessoal como profissional.

Apesar de a falta de preparo dos líderes ser um dos maiores fatores que impedem a mudança de atitude nas organizações, muitas delas ainda não percebem o quanto esse ‘treinamento’ é fundamental quando nomeiam seus gestores, já que nem todos apresentam essa liderança nata e podem não estar preparados para encarar os desafios do cargo.

Outras organizações, porém, percebem essa necessidade e por isso tem crescido tanto a demanda por cursos de liderança em todo o Brasil, atividade já comum há algum tempo em território internacional.

Abaixo, disponibilizamos um teste para você avaliar seus atributos de líder. O material foi elaborado por Edson Rodriguez Reinaldo Polito, vice-presidente da Thomas International, que oferece tecnologias para análise de perfis comportamentais.

 

O QUANTO VOCÊ É VISTO COMO LÍDER?

1)  Quando você está andando com um grupo de 3 ou mais pessoas na rua, o quanto você fica no meio do grupo e dá o ritmo da caminhada?
A. Sempre ando ao centro e as pessoas normalmente caminham à minha volta, conversando. Usualmente eu dou a tônica do assunto e o pessoal me segue
B. Às vezes ando ao centro do grupo, outras vezes não. Não consigo qualificar melhor que isso
C. Não costumo ser o centro das atenções em situações como essa
2)  Em um grupo de pessoas iguais a você (hierarquia ou grupo social), quando você fala, o quanto as pessoas param para ouvi-lo?
A. Sempre. Normalmente eu sou a referência do grupo em qualquer assunto
B. Tenho que pedir a palavra às vezes com alguma veemência, mas uma vez capturada a atenção, sou ouvido cuidadosamente
C. O grupo é disperso e difícil de manter a atenção focada em mim
3)  Nesse mesmo grupo, quando você está falando, o quanto você é interrompido, em relação aos outros participantes?
A. Praticamente não sou interrompido. Sou o único do grupo nessa condição
B. Sou interrompido tanto quanto os outros, até onde posso perceber
C. É difícil falar para o grupo, sou um dos mais interrompidos
4)  E em grupos de subalternos?
A. Praticamente não sou interrompido
B. Sou interrompido para discussões às vezes
C. É difícil falar para o grupo, sou interrompido a toda hora

5)  Em grupos profissionais o quanto você é convidado para partilhar o horário de almoço com os colegas?
A. Freqüentemente, parecem procurar minha companhia
B. Mais ou menos. Partilhamos o horário quando nos encontramos, é meio ao acaso
C. Raramente me chamam

6)  Com que freqüência você é consultado em assuntos profissionais em relação a outras pessoas do mesmo nível?
A. Freqüentemente e em várias esferas de assuntos. O pessoal parece confiar mais em mim do que no resto dos chefes para muitos assuntos
B. Regularmente, tanto quanto os outros chefes
C. Pouco. Alguns dos outros chefes são muito mais procurados do que eu

7)  Em termos de gerencia ou chefia, como você  acha que é visto?  A. Como um líder natural, forte, responsável e com autoridade
B. Como um gerente com autoridade delegada e com alguma liderança natural
C. Como um chefe. Eu mando, eles obedecem e é tudo


Resultado do teste:

Agora conte os pontos. 5 pontos para cada letra A, 3 pontos para cada letra B e 1 ponto para cada letra C. O máximo de pontos possíveis é de 35 pontos. 

As graduações são:
Atingindo os 35 pontos: Todos os indicadores são de que você é visto como o líder do grupo que usou como referência.

Entre 33 e 30 pontos: Há sinais claros de que você já exerce alguma liderança natural sobre as pessoas do grupo que usou como referência, mesmo que você não se dê conta disso.

Entre 29 e 23 pontos: Na maioria dos momentos você é percebido como exercendo uma espécie de liderança freqüente, mas circunstancial.

Entre 22 e 17 pontos: A liderança circunstancial ocorre, mas em escala bem mais simples. Você não se destaca no grupo.

Entre 16 e 10 pontos: Raramente você faz sua voz ser ouvida no grupo. É algo a ser avaliado. Pergunte-se o quanto você gosta de pertencer a esse grupo e o quanto a situação lhe é confortável.

Menos que 10 pontos: As pessoas mal percebem que você faz parte do grupo. Você não participa, não expressa sua opinião e quando o faz, provavelmente ninguém presta muita atenção. Como no item anterior, pergunte-se o quanto essa rotina lhe é confortável ou não.

Você não se deve deixar abater se o escore obtido não o agradou. Considere isso um feedback precioso de você para você mesmo. Analise os resultados, pondere e inclua tudo isso em seu plano de desenvolvimento, lembrando sempre que agora você sabe mais sobre si próprio do que sabia antes.

Fonte: Revista Você S/A

Por Patrícia Coelho

Lidando com o líder!

4 ago

Estava eu passeando pelos sites da internet, buscando inspiração para um novo assunto sobre liderança quando me deparei com um post num blog (http://casesdesucesso.wordpress.com) com o seguinte título “Como se relacionar com seus líderes”. Achei muito curioso, pois até agora só vimos assuntos como os tipos de líderes, como eles devem tratar de assuntos do dia a dia, suas características e etc, mas nada que tratasse do contrário.

Embora os líderes sejam pessoas muito importantes na organização, eles não são a maioria. Então, como todos os outros colaboradores devem líder com o (s) líder (es)?

É comum que líderes e, também, gestores sejam tratados com críticas e comentários negativos, pois dentre as decisões que esses devem tomar, há aquelas com tom negativo, que não são bem recebidas pelos colaboradores. Antes de qualquer coisa, devemos conhecer a personalidade do líder, pois somos diferentes uns dos outros e, nos conhecendo, sabemos qual a melhor forma de nos relacionar no trabalho, gerando uma melhor convivência, contrária ao tabu que gira em torno do “chefe”.

Em todo ambiente de trabalho há regras que devem ser seguidas, e com os líderes não é diferente. São regras básicas para um bom relacionamento e, assim, há mais chances de desenvolvimento para a organização. São eles:

RESPEITO: deve haver em todo e qualquer tipo de relação, seja profissional ou pessoal, mas com os líderes devemos ter uma atenção especial, pois além de pessoas como todos os colaboradores, eles estão em um nível mais alto de hierarquia.

DEFEITOS x QUALIDADE: todos têm defeitos, e os líderes também. Devemos focar a atenção nas qualidades que o tornaram líderes para que os defeitos não sobressaiam no “julgamento” feito pelos colaboradores.

ASSUNTOS PESSOAIS x PROFISSIONAIS: saiba diferenciar os temas de dialogo na organização. Assuntos pessoas nem sempre são pertinentes ao ambiente de trabalho.

AMIZADE: se houver amizade entre o colaborador e o líder, é importante que esses saibam se colocar no ambiente corporativo. Fora da empresa, todos são iguais; dentro, o líder é superior.

DECISÕES INDESEJADAS: quando um líder toma uma decisão que não é bem recebida pelos colaboradores, tente entender o porquê daquela decisão e pense no que você faria se estivesse em seu lugar. Assim, evita-se discussões e desabafos desnecessários que possam transformar uma boa relação em um dialogo pesado e negativo.

BAJULAÇÃO: não adianta “bajular” o líder. A melhor coisa que o colaborador tem a fazer é respeitá-lo e cumprir os deveres estabelecidos.

APRESENTE IDEIAS: se você acha que algo melhor pode ser feito, apresente a ideia para seu líder. Assim como você deve respeitá-lo, o líder também o respeita e está aberto a ideias.

Deve-se ressaltar o RESPEITO, sempre! Assim qualquer relacionamento fica melhor.

Por Amanda Bueno.